Laboratório — calor e água na torre

Altere as seis entradas e compare os balanços. Valores calculados localmente no navegador; não há conexão a sensores.

Modelo educacional. Não substitui projeto, seleção de torre ou plano de tratamento de água.

Entradas

100–2000
25–45
15–40
10–32
1.1–10
0–0.4

Resultados

Hipóteses e limites

Regime permanente, sem vazamentos; água com ρ = 1.000 kg/m³ e cp = 4,186 kJ/(kg·K). ṁevap = Q / hfg e E = 3,6 × ṁevap, com hfg = 2.400 kJ/kg, atribuem toda a carga à evaporação (ṁevap em kg/s; E em m³/h). A torre real também troca calor sensível; estes resultados não são previsão de consumo medido.

B = E / (CoC − 1) − D; M = E + B + D. O arraste D leva água com a mesma concentração de sais do circuito. CoC representa razão de concentrações, não número de voltas físicas da água.

Approach positivo é somente uma condição necessária neste modelo. O cálculo não verifica capacidade da torre, vazão de ar, enchimento, umidade de saída ou potência auxiliar. Um approach menor exige maior esforço de seleção; não comprova eficiência superior.

Controle sanitário: estes números não estimam presença de Legionella, probabilidade de doença ou proteção de pessoas. São necessários programa de gestão da água, tratamento, limpeza, controle de estagnação e aerossóis e verificação por profissionais qualificados.

Referências técnicas